quarta-feira, março 09, 2011

PSI-KILLER

E agora, segue-se uma história que escrevi quando estava no 7º ano. Vou passá-la exactamente como está escrita, com todos os erros e más construções de frases que eu tão dedicadamente fiz quando ainda era um miudito. Chama-se "PSI-KILLER" e é algo que me faz sorrir, principalmente porque me lembro muito bem de adorar este tipo de histórias e até de desenvolver bastante uma que se chamava "The Devil's Inside" (eu adorava reler isso se soubesse onde anda...desconfio que tenha ido para o lixo). É parva, está mal escrita e nem está acabada, mas é awesome. Preparem-se.
INTRODUÇÃO
Á pessoas que nascem deficientes como mentalmente sem uma perna ou braço, mas esta criança nasceu com o mal na cabeça uma célula rara uma célula malifica uma célula que desenvolvida é um perigo para a Humanidade...
(comentário do autor: nota-se o meu ódio por pontuação, principalmente virgulas. O que eu acho mais piada é que agora até uso virgulas a mais. Para além da pontuação, gosto do facto de não perder tempo em criar qualquer tipo de suspense e vão notar isso assim que a história começar)
CAPITULO 1
Escola New School Treceira
13:30 2 de Setembro
New School Treceira uma nova geração de escolas de nova técnológia em relação as escolas e é aonde tudo começa:
- Squall, espera por mim! Não me ouves! - grita Till.
- O que queres! Vou perder a carrinha! - grita a correr Squall
- Queres saber uma coisa? O Bill partiu um computador e diz que vem atráz de ti! - diz Till:
- E eu cagando nele! - diz Squall enquanto entra na carrinha da escola.
Squall entra a tempo enquanto vê Bill a correr furioso e Squall ri-se. Squall ao chegar a casa depois de ter ido ao clube video buscar um filme de terror os seus favoritos tinha Bill e o gang à espera dele à porta de casa:
- Olha o adorado dos setores e agora o que vais fazer? - pergunta Bill.
- Vou para casa! - responde Squall sem medo.
Bill e o gang aproximam-se dele e Bill começa-lhe a dar murros sem Squall poder fazer nada porque o estavam a agarrar.
Passados dois minutos Bill e o gang foram-se embora e Squall ficou deitado na entrada de casa aonde não estava ninguém. Squall alevanta-se chorando de raiva por não poder fazer nada e o chão começa a rachar um pouco.
(comentário do autor: chiça, isto até custou a escrever por causa dos erros. Devo explicar o nome Squall. Devo ter escrito isto quando o "Final Fantasy VIII" saiu e andava a jogá-lo. O nome do protagonista é Squall e eu lembro-me de gostar bastante dele. A coisa mais engraçada é que hoje em dia considero-o como o pior Final Fantasy que joguei).
Pentágono
14:00 - 2 de Setembro
- Senhor estamos a receber vibrações leves vindas de New City - diz um dos cientistas:
- Deve ser um pequeno terramoto - responde o comandante.
- Não senhor, era uma força pequena mas não certamente dum terramoto senhor era de uma força em crescimento uma força desconhecida por todos os computadores! - responde preocupado o cientista.
- Manda todos investigar essa tal força pode ser perigosa e manda cinco investigadores investigar essa tal cidade a New City, pode ser uma conspiração - diz o comandante.
(comentário do autor: ah...ya. Ok, forças misteriosas, um governo, investigadores, acho que nunca viram nada disto, certo? Parece um daqueles animes mesmo ranhosos que sairam directamente para VHS).
2 - CAPÍTULO
10:30 3 de Setembro
Caminho de New School Treceira
- Então Squall, gostaste da tareia? - pergunta Bill:
- O que aconteceu Squall? O gato comeu-te a língua? - pergunta Bill.
- Cala-te Bill! E Squall o que aconteu? - pergunta Till.
- Eu dei-lhe um muros! Ah! Ah!Ah! - responde Bill.
Derepente Squall alevanta-se e fixa Bill enquanto os seus olhos ficam vermelhos.
(comentário do autor: eu acho que não era muito normal escrever-se assim tão mal, mesmo para um miudo com 12 anos. O problema é que me lembro de ter sido a partir do 7º ano que passei a ser bom aluno na escola. Deve ter sido antes da mudança...parem com as piadas. Para além disso, gosto de ter escrito as horas e o local da história numa ordem diferente).
Pentágono
10:40 3 de Setembro
- Senhor, lembra-se daquela força pequena que registamos ontem e que parecia inofensiva? - pergunta o cientista.
- Sim, porque? - pergunta o comandante:
- Porque está a aumentar 30x por segundo e já ultrapassou a força de muitas armas de guerra e de ca()trofes (nem eu percebo o que escrevi ali) naturais e a crescer! - responde o cientista:
- Meu Deus! Depressa manda dois pelotões de 20 homens, 5 tanques e 2 F-16 com misseis T-RRAR isto é uma ameaça para o mundo! Depressa manda o comunicado! Depressa meche-te!
(comentário do autor: ora muito bem...uma força mais poderosa que um tornado e muitas armas de guerra. O que faz o comandante? Manda 40 soldados, uns tanques e um par de aviões. Faz sentido, não faz? Ou eu não tinha qualquer tipo de noção das coisas, o que não deixa de ser verdade, ou eu acreditava muito nas forças militares).
10:45
A caminho de New School Treceira
3 de Setembro
- O que tens meu? Os teus olhos estão diferentes! - diz Bill assustado:
- São os olhos da Morte! responde Squall.
Squall ao acabar de dizer nasce uma bola na mão de Squall e que aponta para baixo e...a carrinha fica feita em pó sem restos só marcas!
- Mas que força que tenho e o ódio corre-me nas veias e que tal a escola a seguir? - diz Squall???
Squall aponta a mão para a directam da da escola:
- Morram todos! - grita Squall ???
Uma bola do tamanho dele sai dispara da mão dele destruindo todo à sua passagem:
- O que é aquilo? - pergunta um estudante:
- Nem quero saber, corre! - diz outro estudante sem terem tempo de correr e a escola explode fazendo outro prédios explodir:
- Que destruição! Lindo! Sou um artista - ri-se Squall??? - Olha uns simples soldados vão tentar superar a minha força, mas, eu só destrui uma dúzia de prédios cheios de pessoas! - ri-se Squall???
E assim acaba PSI-KILLER. Como é óbvio, não escrevi tudo até ao fim. Para além de ser um defeito meu, acho que até eu com 12 anos me apercebi que isto era demasiado mau para levar em frente. No entanto, é uma recordação interessante, relembrando-me que sempre escrevi e criei histórias, e mesmo que não fossem minimamente boas, adorava fazê-lo. E isso, meus amigos, é muito bom (principalmente tendo em conta o que eu quero fazer para o resto da minha vida).

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