quarta-feira, março 09, 2011

PSI-KILLER

E agora, segue-se uma história que escrevi quando estava no 7º ano. Vou passá-la exactamente como está escrita, com todos os erros e más construções de frases que eu tão dedicadamente fiz quando ainda era um miudito. Chama-se "PSI-KILLER" e é algo que me faz sorrir, principalmente porque me lembro muito bem de adorar este tipo de histórias e até de desenvolver bastante uma que se chamava "The Devil's Inside" (eu adorava reler isso se soubesse onde anda...desconfio que tenha ido para o lixo). É parva, está mal escrita e nem está acabada, mas é awesome. Preparem-se.
INTRODUÇÃO
Á pessoas que nascem deficientes como mentalmente sem uma perna ou braço, mas esta criança nasceu com o mal na cabeça uma célula rara uma célula malifica uma célula que desenvolvida é um perigo para a Humanidade...
(comentário do autor: nota-se o meu ódio por pontuação, principalmente virgulas. O que eu acho mais piada é que agora até uso virgulas a mais. Para além da pontuação, gosto do facto de não perder tempo em criar qualquer tipo de suspense e vão notar isso assim que a história começar)
CAPITULO 1
Escola New School Treceira
13:30 2 de Setembro
New School Treceira uma nova geração de escolas de nova técnológia em relação as escolas e é aonde tudo começa:
- Squall, espera por mim! Não me ouves! - grita Till.
- O que queres! Vou perder a carrinha! - grita a correr Squall
- Queres saber uma coisa? O Bill partiu um computador e diz que vem atráz de ti! - diz Till:
- E eu cagando nele! - diz Squall enquanto entra na carrinha da escola.
Squall entra a tempo enquanto vê Bill a correr furioso e Squall ri-se. Squall ao chegar a casa depois de ter ido ao clube video buscar um filme de terror os seus favoritos tinha Bill e o gang à espera dele à porta de casa:
- Olha o adorado dos setores e agora o que vais fazer? - pergunta Bill.
- Vou para casa! - responde Squall sem medo.
Bill e o gang aproximam-se dele e Bill começa-lhe a dar murros sem Squall poder fazer nada porque o estavam a agarrar.
Passados dois minutos Bill e o gang foram-se embora e Squall ficou deitado na entrada de casa aonde não estava ninguém. Squall alevanta-se chorando de raiva por não poder fazer nada e o chão começa a rachar um pouco.
(comentário do autor: chiça, isto até custou a escrever por causa dos erros. Devo explicar o nome Squall. Devo ter escrito isto quando o "Final Fantasy VIII" saiu e andava a jogá-lo. O nome do protagonista é Squall e eu lembro-me de gostar bastante dele. A coisa mais engraçada é que hoje em dia considero-o como o pior Final Fantasy que joguei).
Pentágono
14:00 - 2 de Setembro
- Senhor estamos a receber vibrações leves vindas de New City - diz um dos cientistas:
- Deve ser um pequeno terramoto - responde o comandante.
- Não senhor, era uma força pequena mas não certamente dum terramoto senhor era de uma força em crescimento uma força desconhecida por todos os computadores! - responde preocupado o cientista.
- Manda todos investigar essa tal força pode ser perigosa e manda cinco investigadores investigar essa tal cidade a New City, pode ser uma conspiração - diz o comandante.
(comentário do autor: ah...ya. Ok, forças misteriosas, um governo, investigadores, acho que nunca viram nada disto, certo? Parece um daqueles animes mesmo ranhosos que sairam directamente para VHS).
2 - CAPÍTULO
10:30 3 de Setembro
Caminho de New School Treceira
- Então Squall, gostaste da tareia? - pergunta Bill:
- O que aconteceu Squall? O gato comeu-te a língua? - pergunta Bill.
- Cala-te Bill! E Squall o que aconteu? - pergunta Till.
- Eu dei-lhe um muros! Ah! Ah!Ah! - responde Bill.
Derepente Squall alevanta-se e fixa Bill enquanto os seus olhos ficam vermelhos.
(comentário do autor: eu acho que não era muito normal escrever-se assim tão mal, mesmo para um miudo com 12 anos. O problema é que me lembro de ter sido a partir do 7º ano que passei a ser bom aluno na escola. Deve ter sido antes da mudança...parem com as piadas. Para além disso, gosto de ter escrito as horas e o local da história numa ordem diferente).
Pentágono
10:40 3 de Setembro
- Senhor, lembra-se daquela força pequena que registamos ontem e que parecia inofensiva? - pergunta o cientista.
- Sim, porque? - pergunta o comandante:
- Porque está a aumentar 30x por segundo e já ultrapassou a força de muitas armas de guerra e de ca()trofes (nem eu percebo o que escrevi ali) naturais e a crescer! - responde o cientista:
- Meu Deus! Depressa manda dois pelotões de 20 homens, 5 tanques e 2 F-16 com misseis T-RRAR isto é uma ameaça para o mundo! Depressa manda o comunicado! Depressa meche-te!
(comentário do autor: ora muito bem...uma força mais poderosa que um tornado e muitas armas de guerra. O que faz o comandante? Manda 40 soldados, uns tanques e um par de aviões. Faz sentido, não faz? Ou eu não tinha qualquer tipo de noção das coisas, o que não deixa de ser verdade, ou eu acreditava muito nas forças militares).
10:45
A caminho de New School Treceira
3 de Setembro
- O que tens meu? Os teus olhos estão diferentes! - diz Bill assustado:
- São os olhos da Morte! responde Squall.
Squall ao acabar de dizer nasce uma bola na mão de Squall e que aponta para baixo e...a carrinha fica feita em pó sem restos só marcas!
- Mas que força que tenho e o ódio corre-me nas veias e que tal a escola a seguir? - diz Squall???
Squall aponta a mão para a directam da da escola:
- Morram todos! - grita Squall ???
Uma bola do tamanho dele sai dispara da mão dele destruindo todo à sua passagem:
- O que é aquilo? - pergunta um estudante:
- Nem quero saber, corre! - diz outro estudante sem terem tempo de correr e a escola explode fazendo outro prédios explodir:
- Que destruição! Lindo! Sou um artista - ri-se Squall??? - Olha uns simples soldados vão tentar superar a minha força, mas, eu só destrui uma dúzia de prédios cheios de pessoas! - ri-se Squall???
E assim acaba PSI-KILLER. Como é óbvio, não escrevi tudo até ao fim. Para além de ser um defeito meu, acho que até eu com 12 anos me apercebi que isto era demasiado mau para levar em frente. No entanto, é uma recordação interessante, relembrando-me que sempre escrevi e criei histórias, e mesmo que não fossem minimamente boas, adorava fazê-lo. E isso, meus amigos, é muito bom (principalmente tendo em conta o que eu quero fazer para o resto da minha vida).

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segunda-feira, fevereiro 28, 2011

SERIES #3

Agora que cheguei ao ponto de falar da minha série favorita, apercebo-me que todas as que escolhi são de comédia. Mesmo que tenha gostado de uma série de outro género, já não me lembro ou vi há demasiado tempo para a puder considerar como uma das minhas favoritas. Mesmo que existam inúmeras séries de comédia fantásticas que ainda tenho de ver, sei que é um género onde consigo entrar mais facilmente. Pode parecer estranho, mas ando para ver o "Fringe" desde que começou. Por outro lado, a "Modern Family" despertou-me o interesse e vi a primeira época em menos de um mês (que, já agora, adoro). Ou até o "How I Met Your Mother", que se não fossem pelas duas últimas temporadas, estaria nas minhas escolhas, é um exemplo de séries que começo a ver sem parar. Mas um dia vou perder tempo e ver o que há por ai e investigar outros géneros.
Sem mais demoras, a minha série favorita chama-se...

Garth Marenghi's Darkplace

Darkplace foi uma série produzida, realizada, escrita e protagonizada pelo escritor de horror Garrth Marenghi nos anos 80. Não se preocupem se não conhecem umas das melhores e mais surpreendentes séries na história do Channel 4. Pouco depois da sua estreia, a série foi cancelada não por ser má, mas por ser demasiado assustadora e real. Se duvidam que isso seja verdade, deixem-me que vos diga que foi o próprio Marenghi que o disse e ele é um escritor com mais de 100 livros (escreveu mais do que aqueles que leu, por escolha própria, chegou a um ponto onde achou que já tinha lido o suficiente).
Mas no fundo, Darkplace é sobre uma série extremamente má dos anos 80 que é revisitada pelos seus criadores e actores. Vemos parte dos episódios (com um orçamento e qualidade duvidosas) e somos brindados com algumas das mais brilhantes entrevistas alguma vez feitas ao elenco de uma série. É, basicamente, uma série dentro de outra série.
Mas Darkplace é, acima de tudo o que disse, uma série demasiado boa para ser verdade. Sabem aqueles filmes horriveis que adoramos ver por serem tão maus que são bons? Darkplace é isso, gozando com todas as séries que se faziam nos anos 80 e dando-lhe um toque especial de maldade só para apimentar as coisas. É uma comédia, é uma sátira, é tudo e mais alguma coisa.
Todos os episódios são espectaculares e muito bem escritos. Já o disse mais que uma vez, mas é uma arte escrevermos bem para parecer tão mau. Aqui não é uma questão de falta de talento, mas sim saber com o que se pode gozar e o que se pode fazer passar por mau. Desde "one liners" a maus actores, a maus enquadramentos ou falas esquecidas, esta série está repleta de pequenos pormenores técnicos e dramáticos que nunca conseguirão assimilar tudo da primeira vez. Ainda hoje me surpreendo e acreditem que já vi esta série imensas vezes (tenho o dvd e tudo!).
Os diálogos, as histórias, os personagens...eu fico sem palavras só de pensar neles. Esta deve ser a série que mais vezes uso falas porque são geniais. Coisas como "You must be the kindest man I know, and I know God" são falas que vos ficarão na cabeça e vos farão rir do nada. Todas as falas são excelentes, somos constantemente bombardeados com excelentes deixas que nos deixarão a rir até cair para o chão. É uma pequena comédia extremamente esquisita e nonstop.
A razão porque gosto tanto desta série é um bocado mais dificil de responder. Eu adoro este tipo de coisas, de pequenas sátiras a estilos passados, de "spoofs" a filmes ou séries que são feitos para serem maus e que são hilariantes. Quando vi esta série foi amor à primeira vista. Vi tudo no mesmo dia e penso que ainda revi alguns dos episódios. No dia a seguir, lembro-me que estava a gravar um projecto escolar, passei o dia a comentar a série com amigos. É simplesmente algo que me faz mesmo, mesmo sorrir. É tão parvo, mas é ao mesmo tempo tão inteligente. Se o pessoal do South Park é inteligente pelas suas criticas a vários problemas da sociedade, Darkplace é inteligente por manobrar o seu género, quebrá-lo, reconstrui-lo e usá-lo como quer. Isto, não se enganem, é complicadíssimo de escrever, principalmente com a magnitude com que eles o fazem nesta série. A comédia passa tanto pelo guião como pela realização e é tão visual. É algo que nós vemos e percebemos por causa dos filmes que vimos quando eramos mais novos. Mas acima de tudo, é uma série que, depois de ter revisto umas 200 vezes, continua a fazer-me rir até cair para o chão.
E pronto, não digo mais nada. Está na hora de verem uns quantos videos e perceberem do que se trata (e não se esqueçam que tudo isto é feito para ser mau).












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SERIES #2

#Spaced

Devo admitir que não vejo esta série há anos, mas eu adoro-a desde que a vi na Sic Radical (quando o canal era bom, lembram-se?). Se precisam de algum incentivo para a verem, só vos posso dizer que é das primeiras colaborações entre os grandes Simon Pegg e Nick Frost, de filmes como "Shaun of the Dead" e "Hot Fuzz". Espero que já estejam à procura dos episódios online ou a comprar a série na Amazon.
No fundo, é uma série de geeks com geeks sobre geeks e para geeks. E é fantástica, a sério. Apesar de usarem muitos exemplos de filmes e videojogos, as piadas continuam a ser muito boas. O próprio universo da história é esquisito, divertido e totalmente louco, mas muito bem feito. A história segue dois amigos que fingem que estão casados para conseguirem um apartamento em Londres. Ela quer ser uma escritora e ele um cartoonista. O que se segue são as suas aventuras para conseguirem realizar os seus sonhos e as suas relações com os seus amigos igualmente estranhos.
Acho que os videos falarão melhor que eu.

Gunfight

Paintball

#Flight of the Conchords

É tão triste pensar que eu queria que os Schizling the Cruise fossem algo deste género. Nunca pensei que chegasse a 10% da genialidade desta série, mas eu adoro o formato. Uma banda que é realmente má tenta entrar no mundo do espectáculo, mas nunca consegue. E como não conseguem, e acham que são bons, fantasiam hilariantes músicas e vídeos. São uma versão nonsense e musical dos Extras, uma coisa do outro mundo.
Brett e Jermaine são dois músicos da Nova Zelândia que tentam a sua sorte nos Estados Unidos da America. O problema é que a sua música não é muito boa e mesmo que fosse, o agente deles não ajuda muito (mas ao contrário do Extras, ele tenta mesmo muito). Isso e as suas personalidades algo recatadas e nerds.
Esta série é um espectáculo de nonsense e desconforto. As aventuras que os dois vivem são do outro mundo e as pessoas que os rodeiam são ainda piores. Pode-se dizer que eu gosto destes mundos incrivelmente fantasiosos e ao mesmo tempos reais/possíveis (ou melhor, ideias completamente maradas que acontecem no mundo real). A parte musical é a mais conhecida, mas eu sou adepto da comédia da série em si. As músicas são espectaculares, memoráveis, etc, mas tenho um enorme gosto pelas piadas e histórias dos próprios episódios.
São duas épocas do melhor. Acho que a primeira é melhor que a segunda, mas isso apenas quer dizer que uma é ligeiramente mais genial que a outra. Pode não ser o tipo de comédia mais fácil de ver e gostar, mas se o fizerem não se vão arrepender. Se ajudar, vejam primeiro os videos com as músicas e depois vejam a série.

(o que eles tocam na realidade)


(as músicas que imaginam)

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domingo, fevereiro 27, 2011

SERIES #1

Não é engraçado que agora escreva todos os meus títulos com letras maiúsculas? Desculpem lá este aparte, já não escrevia há tanto tempo para o Boião que fiquei fascinado quando notei nesta minha nova moda. Sem querer demorar mais tempo, hoje venho-vos falar de séries de televisão, não umas quaisquer, mas sim as minhas favoritas. Decidi que não vou colocar isto por nenhuma ordem de importância, não sinto essa necessidade para este tópico. Vou, isso sim, falar num post à parte sobre aquela que considero ser A minha série favorita (isto faz sentido?).

#South Park

Se eu tivesse de fazer uma "soul search", devia concluir que esta foi a série que começou tudo. Foi a primeira que me fez rir até cair para o chão com tópicos diferentes e piadas tão ofensivas que fariam qualquer pessoa ficar envergonhada. Por mais que considerem os criadores de pessoas doentes, do qual nem eu nem eles devem discordar, a verdade é que são génios e uns excelentes comediantes.
O que me fascina mais nesta série não são as piadas fáceis ou gratuitas sobre peidos ou vaginas, mas sim toda a sátira que está por detrás dessas piadas. Esta é das poucas séries de animação que coloca o dedo na ferida e torce-o para doer ainda mais. Mas quando o faz, fâ-lo com imensa piada e inteligência. No fundo, isto é uma série inteligente, extremamente mordaz e louca, mas que sabe o que quer dizer. Mesmo que as piadas fáceis me tenham feito um fã quando era mais novo, hoje em dia olho para os episódios e digo "oh, i see what you did there" enquando sorriu.
Não sei se estou sozinho nisto, mas eu adoro South Park e sempre irei gostar. Ah, e é 1000x superior a Family Guy.



#Extras

Ahhh, cenas desconfortáveis...como eu gosto de vocês. Ricky Gervais e Stephen Merchant, vocês são pessoas tão cómicas. A sério, devem ser das melhores duplas de sempre na comédia e sei que ainda conseguem fazer melhor. Mas, por agora, esta série é, para mim, o melhor que já fizeram.
Extras conta-nos a história do mundo dos figurantes através de um actor falhado que procura uma oportunidade para entrar finalmente no mundo do espectáculo e da representação. O problema é que tem o pior agente de sempre e tem de se contentar com o seu trabalho como figurante. Contudo, este é dos gajos mais amargurados de sempre e das pessoas menos simpáticas ou sensiveis que já vimos. Um excelente personagem do qual acabamos por sentir pena e sabermos que ele tem o que merece.
Tanto a primeira como a segunda época são hilariantes. São daquelas séries que colocarão no vosso dvd e não conseguirão parar de ver até chegarem ao fim. Aliás, foi exactamente isso que me aconteceu com a primeira época. Estava de férias com amigos e uma amiga levou o dvd. Lembro-me de não gostar muito do "The Office" naquele tempo e estava um bocado reticente a ver esta série. Ri-me tanto com o primeiro episódio que obriguei o pessoal todo a ver a época de seguida.
Gostam de humor britânico? Então não sei porque ainda não viram esta série.

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terça-feira, fevereiro 08, 2011

A MELHOR DISCUSSÃO NO BOIÃO

O titulo devia ser "a única discussão no Boião", mas pronto. Vocês desiludiram-me, sabem. Dei-vos tantos motivos para ficarem chateados comigos e vocês nada. Nem hate-comments, nem comentários em pessoa ou no msn, nada. A minha conclusão é simples: vocês são tão doentes como eu. Isso ou então não vem quase ninguém ao Boião. E tipo, isso é bué dificil, certo? Certo?
Mas eu consegui a minha discussão, ó se consegui. Tudo aconteceu depois de ter feito demasiadas piadas com mundos, um bravo anómino fartou-se e decidiu confrontar-me, tentando fazer-me ver (através de ameaças) que aquilo que eu estava a fazer era errado. Mal sabia ele que eu estava à espera que fizessem exactamente isso e, bem, o resto é história.
A conversa é maléfica, mas cómica. Eu sou extremamente bruto, mas soube bem. Para que fique claro, aquilo que eu faço insere-se na "comédia negra", brinco com assuntos sérios e que raramente são usados para fins cómicos. Contudo, isso não quer dizer que seja a favor da maioria das merdas que desenho. Quando uma piada é boa, deve ser feita.
Aqui fica a discussão com o Sr. Anónimo. Ainda hoje acho que foi o meu amigo Figueiredo, mas se não foi e tu, anónimo, ainda andas por ai, comenta para receberes o teu prémio!
A discussão
Anónimo disse...
Isto não tem piada. És uma pessoa horrível. Espero que fiques mudo, surdo e que a tua namorada morra.A censura devia voltar por causa de coisas como esta. Gente como tu a nossa sociedade está infestada. Desejo-te uma morte lenta e dolorosa, qualquer coisa como seres queimado vivo ou afogares-te no teu próprio vómito. Fica bem

PaperBag_Writer disse...
Este comentário está tão bem escrito que devo admitir que fiquei emocionado. Ainda bem que foi preciso escrever um "post" inteiro para vocês perceberem.Para além disso, Anónimo, obrigado por teres comentado com toda essa raiva justificável. O máximo que irei fazer é desenhar coisas ainda piores, para que possa sempre ler os teus comentários. E gostei, claro, da parte do vómito, como seria de esperar, mas eu não sou tão parvo quanto o vocalista dos "Drowning Pool". Tropeçar numa pedra, cair e ser atropelado por um camião, penso que tem muito mais a ver com a minha pessoa. Ou então todos os mudos, surdos e cegos juntam-se para me bater...se me conseguíssem apanhar, ver e chamar nomes. Mas eles não conseguem, pois não?Por isso mesmo, fico à espera de novos comentários!

Anónimo disse...
Andas armado em engraçadinho, mas o pior é que sei quem tu és. Talvez não sejas tão parvo como o vocalista das bandinhas de merda que gostas, mas não te preocupes porque pelo que dás a entender para lá caminhas a grande velocidade. Eu tenho um familiar mudo, e espero que também passes pelo mesmo sofrimento que ele. Há terrenos que não devias pisar. Considera-te avisado. E isso de ficares emocionado... gabo-te a coragem de voltares a postares desenhos ofensivos e de mau gosto. Quem sabe se um dia tudo te cai em cima. Veremos se na altura acharás piada.
PaperBag_Writer disse...
Pela rapidez com que respondeste ao meu comentário, devo concluir que ou não tens qualquer tipo de vida ou então gostas tanto do Boião de Cultura que o teu maior sonho era ter-me na cama depois de uma noite bem passada. Sim, das duas uma. Tens um familiar mudo? Que pena, pergunta-lhe como é que ele se sente em relação aos meus desenhos. Ups, ele não te pode responder, não é?Eu até te explicava o que é a "comédia negra", mas como eu já estava há tanto tempo à espera deste tipo de diálogo que simplesmente não consigo tirar o enorme sorriso que tenho na minha cara. Eu tenho coragem suficiente para fazer desenhos de "mau gosto" e aquilo que mais me agrada é que tu vais sempre voltar para ver se eu realmente o fiz. Estás a ver o counter que está no lado direito? És apenas mais um ou uma.Se ficar surdo ou mudo, o problema é meu. Talvez seja um castigo justo de Deus, mas assim que souber quem tu és, apanho-te e não preciso de palavras para te dar um bom "ass kickin". Satisfeito? Como tu respondes tão rápido, fico à espera da tua resposta.E mais uma vez, o meu sincero obrigado.

Anónimo disse...
Estás tão fodido...

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O MELHOR COMENTÁRIO DO BOIÃO

E qual foi o comentário que o Boião recebeu que mais me fez rir? Nada mais, nada menos que uma pequena frase escrita pelo Vitor Carvalho, antigo visitante do blog. O que escreveu ele? Bem, resumiu muito do meu trabalho com isto:
"Tu não tens coração", comentou o Vitor no "My Life as a Necrophilian #7.
Eu sei que o pessoal foi fazendo comentários engraçados, mas este é tão no "ponto" que ainda hoje me faz rir.

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Os meus posts favoritos do Boião #3

Última parte!
Como eu adoro o "Caso Casa Pia".
Gosto quando faço piadas com o menor esforço possivel.
Esta foi uma das últimas séries que fiz e é uma das que gosto mais. O meu objectivo era fazer rir através de assuntos deprimentes da nossa vida e penso que consegui exactamente isso em alguns dos desenhos. Este é possivelmente o mais directo (e até apareceu noutro blog!).
O que começou por ser uma má experiência, acabou por compensar. Eu gosto muito deste pequeno video e da mensagem. Sim, está horrivelmente desenhado, mas para aquilo que consigo fazer está muito bom. Ainda não sei se vou continuar com isto ou não, mas se acabar no 5º, penso que acaba bem.
E pronto, aqui estão os posts que ainda hoje me fazem rir. Tal como disse no inicio do primeiro post, foi algo deprimente reler a maior parte dos nossos textos, mas também foi muito bom saber que consegui evoluir ao longo destes anos. Eu sei que falo muito em evoluir e escrever melhor, mas basta carregarem em qualquer dos anos que notam logo. Foi um bom projecto enquanto durou, aliás, enquanto eramos 4 a escrever. Depois fiquei eu a lançar estupidez para a interweb sem quaisquer remorsos. Mas arrependo-me? NUNCA.

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Os meus posts favoritos do Boião #2

Continuação da minha retrospectiva por tudo o que se escreveu neste antro de estupidez.

Experiência VIII

De todos os textos que escrevi para o Boião sob o nome de "experiências", VIII acaba por ser a minha favorita. Um misto de drama e comédia que, pelo menos para mim, está bem feita. Não é uma história completa, mas sim um momento, algo que nos podia acontecer se fossemos palhaços que fazem festas de crianças.

My Life as a Necrophilian #1

Se eu não fala-se no necrófilo estaria a ser falso. Eu adoro esta pequena série que fiz para o Boião. É do mais doente, parvo e cómico que desenhei, e deu-me prazer enojar e chocar as pessoas que viram os desenhos. Escolho o primeiro porque é o mais simples deles todos, mas que continua a fazer-me rir (adoro o olhar do boneco).

Problemas com as gémeas #1

Nunca percebi porque vocês não gostaram deste desenho.

Jesus, o Cristo #16

Este foi o primeiro e o único especial de Natal que fiz, mas que valem totalmente a pena. Para além de ter feito uns quantos desenhos com muita piada, foi das poucas vezes que comecei e acabei um projecto no blog. Consegui estar 25 dias seguidos a desenhar e a escrever novos desenhos. Aliás, eu cheguei a planear tudo com quase um mês de antecedência! E eu sou preguiçoso como o caraças! Foi um feito.

The world's biggest living kage bushin!

E porque raio escolho uma piada sobre Naruto com uma imagem de chineses? Porque eu e o Diogo fizemos a piada, fomos para casa e escolhemos a mesma imagem sem termos dito nada um ao outro! Isto é tão mitico que até faz impressão. Tal como as mentes geniais, as de merda também pensam da mesma forma.

AquaParque - Anúncio

É engraçado como "isto não é o Super Mario Bros" é capaz de ser das coisas mais violentas que coloquei num desenho. Mais um desenho que ainda me faz rir e que demonstra o quanto eu não mereço respirar (mas vocês gostam, admitam).

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segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Os meus posts favoritos do Boião #1

Tal como tinha dito, a reta final do Boião vai ser extremamente egocêntrica. Nesta primeira fase, vou olhar para alguns posts que ainda hoje me fazem rir ou que considero importantes para a história do blog. É mais do que óbvio que a maioria dos posts são meus, principalmente porque eu sou awesome...e porque os outros três mal escreveram.
Mas foi doloroso e horrivel rever tudo o que escrevemos. Eramos tão, mas tão maus. Quando olho para trás, percebo porque nunca fomos um blog regularmente visitado. Aquilo que produziamos não era suficientemente bom, ficámos presos em más piadas (principalmente da minha parte), más experiências, muitas letras de músicas e textos enorme que nunca ninguém lia. A nossa história é má, e mesmo sabendo que eu evolui (e bem), noto finalmente que tivemos aquilo que mereciamos. Mas hey, isto é história.
Gosto muito deste texto porque foi o primeiro que escrevi com pés e cabeça para o blog. Foi um dos mais falados e comentados no inicio do Boião de Cultura, e ainda hoje é minimamente engraçado. Este foi o começo dos começos para mim.
Sabem qual é a parte boa de sermos miudos? Tudo é tão fácil. Fazer filmes sem dinheiro? Fácil. Escrever histórias coerentes e divertidas? Fácil. Depois crescemos, estudamos cinema e percebemos que nada é fácil, principalmente quando estamos num pais que mal apoia a sua arte. Mas aqueles tempos eram divertidos. Consegui motivar uma turma inteira para filmar curtas estúpidas e pensarem que tinham uma produtora. Bons tempos.
Yup, era isso que eramos. Inseparáveis, extremamente criativos (para a altura) e muito amigos. Adorava quando o David (a.k.a. Kid_d) escrevia estas histórias malucas onde nós eramos os personagens principais.
Mais outra história maluca do David, desta vez sobre a minha tirania dentro do blog.
Tal como a história da nossa produtora infantil, acho que também tenho de mencionar a nossa primeira banda imaginária: os Xico Mendes e Xicometes. Ainda chegámos a fazer um álbum e meio, e há uns dois ou três anos tentei juntar tudo num best-of (a ideia depois passou-me). Tenho de, pelo menos, mencionar isto uma vez. São as biografias dos membros da banda.
Tenho de deixar, pelo menos, um texto do mitico Doutor Galochas. Nada melhor que a sua história.
E para acabar esta primeira parte da retrospectiva, aqui fica uma das partes do épico que eu e o Diogo andamos a escrever há anos. Ainda não está acabada, muito provavelmente não ficará, mas faz parte da história do azulinho. É capaz de ser a coisa mais estúpida e sem nexo que alguma vez escrevi.

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