quarta-feira, março 09, 2011

PSI-KILLER

E agora, segue-se uma história que escrevi quando estava no 7º ano. Vou passá-la exactamente como está escrita, com todos os erros e más construções de frases que eu tão dedicadamente fiz quando ainda era um miudito. Chama-se "PSI-KILLER" e é algo que me faz sorrir, principalmente porque me lembro muito bem de adorar este tipo de histórias e até de desenvolver bastante uma que se chamava "The Devil's Inside" (eu adorava reler isso se soubesse onde anda...desconfio que tenha ido para o lixo). É parva, está mal escrita e nem está acabada, mas é awesome. Preparem-se.
INTRODUÇÃO
Á pessoas que nascem deficientes como mentalmente sem uma perna ou braço, mas esta criança nasceu com o mal na cabeça uma célula rara uma célula malifica uma célula que desenvolvida é um perigo para a Humanidade...
(comentário do autor: nota-se o meu ódio por pontuação, principalmente virgulas. O que eu acho mais piada é que agora até uso virgulas a mais. Para além da pontuação, gosto do facto de não perder tempo em criar qualquer tipo de suspense e vão notar isso assim que a história começar)
CAPITULO 1
Escola New School Treceira
13:30 2 de Setembro
New School Treceira uma nova geração de escolas de nova técnológia em relação as escolas e é aonde tudo começa:
- Squall, espera por mim! Não me ouves! - grita Till.
- O que queres! Vou perder a carrinha! - grita a correr Squall
- Queres saber uma coisa? O Bill partiu um computador e diz que vem atráz de ti! - diz Till:
- E eu cagando nele! - diz Squall enquanto entra na carrinha da escola.
Squall entra a tempo enquanto vê Bill a correr furioso e Squall ri-se. Squall ao chegar a casa depois de ter ido ao clube video buscar um filme de terror os seus favoritos tinha Bill e o gang à espera dele à porta de casa:
- Olha o adorado dos setores e agora o que vais fazer? - pergunta Bill.
- Vou para casa! - responde Squall sem medo.
Bill e o gang aproximam-se dele e Bill começa-lhe a dar murros sem Squall poder fazer nada porque o estavam a agarrar.
Passados dois minutos Bill e o gang foram-se embora e Squall ficou deitado na entrada de casa aonde não estava ninguém. Squall alevanta-se chorando de raiva por não poder fazer nada e o chão começa a rachar um pouco.
(comentário do autor: chiça, isto até custou a escrever por causa dos erros. Devo explicar o nome Squall. Devo ter escrito isto quando o "Final Fantasy VIII" saiu e andava a jogá-lo. O nome do protagonista é Squall e eu lembro-me de gostar bastante dele. A coisa mais engraçada é que hoje em dia considero-o como o pior Final Fantasy que joguei).
Pentágono
14:00 - 2 de Setembro
- Senhor estamos a receber vibrações leves vindas de New City - diz um dos cientistas:
- Deve ser um pequeno terramoto - responde o comandante.
- Não senhor, era uma força pequena mas não certamente dum terramoto senhor era de uma força em crescimento uma força desconhecida por todos os computadores! - responde preocupado o cientista.
- Manda todos investigar essa tal força pode ser perigosa e manda cinco investigadores investigar essa tal cidade a New City, pode ser uma conspiração - diz o comandante.
(comentário do autor: ah...ya. Ok, forças misteriosas, um governo, investigadores, acho que nunca viram nada disto, certo? Parece um daqueles animes mesmo ranhosos que sairam directamente para VHS).
2 - CAPÍTULO
10:30 3 de Setembro
Caminho de New School Treceira
- Então Squall, gostaste da tareia? - pergunta Bill:
- O que aconteceu Squall? O gato comeu-te a língua? - pergunta Bill.
- Cala-te Bill! E Squall o que aconteu? - pergunta Till.
- Eu dei-lhe um muros! Ah! Ah!Ah! - responde Bill.
Derepente Squall alevanta-se e fixa Bill enquanto os seus olhos ficam vermelhos.
(comentário do autor: eu acho que não era muito normal escrever-se assim tão mal, mesmo para um miudo com 12 anos. O problema é que me lembro de ter sido a partir do 7º ano que passei a ser bom aluno na escola. Deve ter sido antes da mudança...parem com as piadas. Para além disso, gosto de ter escrito as horas e o local da história numa ordem diferente).
Pentágono
10:40 3 de Setembro
- Senhor, lembra-se daquela força pequena que registamos ontem e que parecia inofensiva? - pergunta o cientista.
- Sim, porque? - pergunta o comandante:
- Porque está a aumentar 30x por segundo e já ultrapassou a força de muitas armas de guerra e de ca()trofes (nem eu percebo o que escrevi ali) naturais e a crescer! - responde o cientista:
- Meu Deus! Depressa manda dois pelotões de 20 homens, 5 tanques e 2 F-16 com misseis T-RRAR isto é uma ameaça para o mundo! Depressa manda o comunicado! Depressa meche-te!
(comentário do autor: ora muito bem...uma força mais poderosa que um tornado e muitas armas de guerra. O que faz o comandante? Manda 40 soldados, uns tanques e um par de aviões. Faz sentido, não faz? Ou eu não tinha qualquer tipo de noção das coisas, o que não deixa de ser verdade, ou eu acreditava muito nas forças militares).
10:45
A caminho de New School Treceira
3 de Setembro
- O que tens meu? Os teus olhos estão diferentes! - diz Bill assustado:
- São os olhos da Morte! responde Squall.
Squall ao acabar de dizer nasce uma bola na mão de Squall e que aponta para baixo e...a carrinha fica feita em pó sem restos só marcas!
- Mas que força que tenho e o ódio corre-me nas veias e que tal a escola a seguir? - diz Squall???
Squall aponta a mão para a directam da da escola:
- Morram todos! - grita Squall ???
Uma bola do tamanho dele sai dispara da mão dele destruindo todo à sua passagem:
- O que é aquilo? - pergunta um estudante:
- Nem quero saber, corre! - diz outro estudante sem terem tempo de correr e a escola explode fazendo outro prédios explodir:
- Que destruição! Lindo! Sou um artista - ri-se Squall??? - Olha uns simples soldados vão tentar superar a minha força, mas, eu só destrui uma dúzia de prédios cheios de pessoas! - ri-se Squall???
E assim acaba PSI-KILLER. Como é óbvio, não escrevi tudo até ao fim. Para além de ser um defeito meu, acho que até eu com 12 anos me apercebi que isto era demasiado mau para levar em frente. No entanto, é uma recordação interessante, relembrando-me que sempre escrevi e criei histórias, e mesmo que não fossem minimamente boas, adorava fazê-lo. E isso, meus amigos, é muito bom (principalmente tendo em conta o que eu quero fazer para o resto da minha vida).

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sábado, março 05, 2011

980

Ó PORRA, JÁ SÓ FALTAM 20!

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sábado, fevereiro 19, 2011

Filmes alternativos



Fiquem com este video extremamente porreiro que demonstra a arte de um senhor chamado Sean Hartter. E o que ele faz? Posters de filmes conhecidos, mas vindos de um universo alternativo. Coisas como o "Kill Bill" ser com a Marilyn Monroe, ou o Charles Bronson entrar na adpatação do "Lone Wolf and Cub" ou ainda o Akira Kurosawa realizar o "2001" (que, digo-vos já, adorava ver). Os posters têm um aspecto retro e são muito bons. Fartei-me de rir com isto.

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sábado, fevereiro 12, 2011

EU ÀS VEZES PENSO NO QUE ESCREVO

Hoje vou escrever a coisa mais épica que alguma vez escrevi. Sim, vai ser hoje, não posso passar outro dia sem escrever isto. Vai ser tão, mas tão bom. Estou a pensar em colocar robots gigantes contra monstros radioactivos, tudo a combater por Lisboa, destruição por todo o lado. Era tão bom escrever uma coisa destas, cheio de acção e exagero, algo que deixasse as pessoas entusiasmadas. É isso mesmo que eu vou fazer.
Mas caraças, só com monstros? Hum, tenho de arranjar mais qualquer coisa. Não posso colocar só pessoal à porrada sem sentido. Quer dizer, puder até posso, mas não sei se seria o melhor. Talvez faça uma história igualmente exagerada, muito série B, cheio de personagens malucos e caricaturais. Aliás, até podia fazer uma critica qualquer ao país, assim ficava uma sátira.
Talvez aposte na história de uma nação que se tenta recompor depois de anos difíceis devido à má economia mundial e que se vê no meio de uma luta entre monstros, onde se terão de unir e encontrar o verdadeiro significado de serem uma nação. Talvez isso seja um bocado mais sério do que aquilo que queria, mas chama mais a atenção e sempre dá para as pessoas se relacionarem. Posso pegar neste tema e torná-lo um pouco mais leve, com comédia e sequências com mais acção. Sim, podia.
Mas estou a sentir que se passar tudo para a comédia, perco o tom. A união de uma nação contra um mal exterior é muito forte. Tenho inúmeras formas de construir a história, vários personagens e focar-me no espírito da nossa nação. Com os problemas que temos tido, acho que uma história destas iria levantar a moral ou, pelo menos, fazer as pessoas pensar. Pode não ser o que tinha em mente, mas funciona e bem.
E os monstros e robots? De onde vêm? Radioactivos, tudo bem, mas nós temos suficiente para criar algo desse género? Não me importo de não explicar como tudo acontece, adoro quando não o fazem nos filmes de “zombies”, mas tenho dois tons na história. De um lado, monstros gigantes à porrada, do outro, a história de uma nação que aprende a lutar. São duas fases completamente diferentes que podem ser construídas paralelamente, sim, mas uma das partes pode suplantar a outra e dar cabo da mensagem.
E qual é a mensagem? Quando monstros gigantes lutam é melhor que nos juntemos ou morremos todos? É isso que quero como mensagem? Voltando à parte da nação, a mensagem está ai tenho quase a certeza. “A união faz a força” não é do mais original que anda por ai, mas resulta. Tenho de tornar os problemas mais actuais, fazer com que os espectadores se relacionem com o que vêem no filme. Criar personagens que digam algo ao povo português, quero que saiam com vontade de abraçar a pessoa que está ao seu lado e trabalharem em conjunto para melhorar a nossa situação actual.
Tenho de tirar os monstros, começo a achar que não fazem sentido. Uma guerra seria melhor, mais real e cru. Qualquer um de nós tem medo da guerra porque sabemos que pode acontecer a qualquer momento. Sabermos que temos de lutar e que pudemos morrer assusta qualquer um. Os monstros iriam estragar essa experiência, mas a guerra vai trazer ao de cima a união e a vontade de defendermos o que é nosso.
Portugal seria invadido por uma nova super potência e seriamos os últimos numa série de invasões, tal como no século XVIII e as invasões Napoleónicas. Começamos com um país minimamente unido, todos preocupados com os seus problemas, mas que se vêem numa situação de vida ou de morte quando a invasão finalmente chega até eles. Têm de descobrir uma forma de se unirem e trabalharem em conjunto, colocar de lado os seus problemas e lutarem finalmente como uma nação. A nossa independência está em risco, temos de lutar por ela!
Ó sim, isto vai ser bom. Vai ser o primeiro filme a unir os portugueses tanto quanto um jogo de futebol conseguiria. Isto vai correr extremamente bem!
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Pode ser um mau exemplo, mas isto acontece-me. Claro que não ando a escrever histórias sobre invasões, mas toda esta pequena evolução da história acaba por me afectar. Já não sou aquele gajo que tinha ideias malucas só por ter, começo a pensar nos “porquês” das histórias e qual a mensagem que quero passar. Mesmo que escreva um filme sobre monstros, há sempre algo por detrás, não são apenas monstros. É inevitável, é uma evolução e eu acho-lhe imensa piada.
Caraças, cresci.

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terça-feira, fevereiro 08, 2011

A MELHOR DISCUSSÃO NO BOIÃO

O titulo devia ser "a única discussão no Boião", mas pronto. Vocês desiludiram-me, sabem. Dei-vos tantos motivos para ficarem chateados comigos e vocês nada. Nem hate-comments, nem comentários em pessoa ou no msn, nada. A minha conclusão é simples: vocês são tão doentes como eu. Isso ou então não vem quase ninguém ao Boião. E tipo, isso é bué dificil, certo? Certo?
Mas eu consegui a minha discussão, ó se consegui. Tudo aconteceu depois de ter feito demasiadas piadas com mundos, um bravo anómino fartou-se e decidiu confrontar-me, tentando fazer-me ver (através de ameaças) que aquilo que eu estava a fazer era errado. Mal sabia ele que eu estava à espera que fizessem exactamente isso e, bem, o resto é história.
A conversa é maléfica, mas cómica. Eu sou extremamente bruto, mas soube bem. Para que fique claro, aquilo que eu faço insere-se na "comédia negra", brinco com assuntos sérios e que raramente são usados para fins cómicos. Contudo, isso não quer dizer que seja a favor da maioria das merdas que desenho. Quando uma piada é boa, deve ser feita.
Aqui fica a discussão com o Sr. Anónimo. Ainda hoje acho que foi o meu amigo Figueiredo, mas se não foi e tu, anónimo, ainda andas por ai, comenta para receberes o teu prémio!
A discussão
Anónimo disse...
Isto não tem piada. És uma pessoa horrível. Espero que fiques mudo, surdo e que a tua namorada morra.A censura devia voltar por causa de coisas como esta. Gente como tu a nossa sociedade está infestada. Desejo-te uma morte lenta e dolorosa, qualquer coisa como seres queimado vivo ou afogares-te no teu próprio vómito. Fica bem

PaperBag_Writer disse...
Este comentário está tão bem escrito que devo admitir que fiquei emocionado. Ainda bem que foi preciso escrever um "post" inteiro para vocês perceberem.Para além disso, Anónimo, obrigado por teres comentado com toda essa raiva justificável. O máximo que irei fazer é desenhar coisas ainda piores, para que possa sempre ler os teus comentários. E gostei, claro, da parte do vómito, como seria de esperar, mas eu não sou tão parvo quanto o vocalista dos "Drowning Pool". Tropeçar numa pedra, cair e ser atropelado por um camião, penso que tem muito mais a ver com a minha pessoa. Ou então todos os mudos, surdos e cegos juntam-se para me bater...se me conseguíssem apanhar, ver e chamar nomes. Mas eles não conseguem, pois não?Por isso mesmo, fico à espera de novos comentários!

Anónimo disse...
Andas armado em engraçadinho, mas o pior é que sei quem tu és. Talvez não sejas tão parvo como o vocalista das bandinhas de merda que gostas, mas não te preocupes porque pelo que dás a entender para lá caminhas a grande velocidade. Eu tenho um familiar mudo, e espero que também passes pelo mesmo sofrimento que ele. Há terrenos que não devias pisar. Considera-te avisado. E isso de ficares emocionado... gabo-te a coragem de voltares a postares desenhos ofensivos e de mau gosto. Quem sabe se um dia tudo te cai em cima. Veremos se na altura acharás piada.
PaperBag_Writer disse...
Pela rapidez com que respondeste ao meu comentário, devo concluir que ou não tens qualquer tipo de vida ou então gostas tanto do Boião de Cultura que o teu maior sonho era ter-me na cama depois de uma noite bem passada. Sim, das duas uma. Tens um familiar mudo? Que pena, pergunta-lhe como é que ele se sente em relação aos meus desenhos. Ups, ele não te pode responder, não é?Eu até te explicava o que é a "comédia negra", mas como eu já estava há tanto tempo à espera deste tipo de diálogo que simplesmente não consigo tirar o enorme sorriso que tenho na minha cara. Eu tenho coragem suficiente para fazer desenhos de "mau gosto" e aquilo que mais me agrada é que tu vais sempre voltar para ver se eu realmente o fiz. Estás a ver o counter que está no lado direito? És apenas mais um ou uma.Se ficar surdo ou mudo, o problema é meu. Talvez seja um castigo justo de Deus, mas assim que souber quem tu és, apanho-te e não preciso de palavras para te dar um bom "ass kickin". Satisfeito? Como tu respondes tão rápido, fico à espera da tua resposta.E mais uma vez, o meu sincero obrigado.

Anónimo disse...
Estás tão fodido...

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O MELHOR COMENTÁRIO DO BOIÃO

E qual foi o comentário que o Boião recebeu que mais me fez rir? Nada mais, nada menos que uma pequena frase escrita pelo Vitor Carvalho, antigo visitante do blog. O que escreveu ele? Bem, resumiu muito do meu trabalho com isto:
"Tu não tens coração", comentou o Vitor no "My Life as a Necrophilian #7.
Eu sei que o pessoal foi fazendo comentários engraçados, mas este é tão no "ponto" que ainda hoje me faz rir.

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Os meus posts favoritos do Boião #3

Última parte!
Como eu adoro o "Caso Casa Pia".
Gosto quando faço piadas com o menor esforço possivel.
Esta foi uma das últimas séries que fiz e é uma das que gosto mais. O meu objectivo era fazer rir através de assuntos deprimentes da nossa vida e penso que consegui exactamente isso em alguns dos desenhos. Este é possivelmente o mais directo (e até apareceu noutro blog!).
O que começou por ser uma má experiência, acabou por compensar. Eu gosto muito deste pequeno video e da mensagem. Sim, está horrivelmente desenhado, mas para aquilo que consigo fazer está muito bom. Ainda não sei se vou continuar com isto ou não, mas se acabar no 5º, penso que acaba bem.
E pronto, aqui estão os posts que ainda hoje me fazem rir. Tal como disse no inicio do primeiro post, foi algo deprimente reler a maior parte dos nossos textos, mas também foi muito bom saber que consegui evoluir ao longo destes anos. Eu sei que falo muito em evoluir e escrever melhor, mas basta carregarem em qualquer dos anos que notam logo. Foi um bom projecto enquanto durou, aliás, enquanto eramos 4 a escrever. Depois fiquei eu a lançar estupidez para a interweb sem quaisquer remorsos. Mas arrependo-me? NUNCA.

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Os meus posts favoritos do Boião #2

Continuação da minha retrospectiva por tudo o que se escreveu neste antro de estupidez.

Experiência VIII

De todos os textos que escrevi para o Boião sob o nome de "experiências", VIII acaba por ser a minha favorita. Um misto de drama e comédia que, pelo menos para mim, está bem feita. Não é uma história completa, mas sim um momento, algo que nos podia acontecer se fossemos palhaços que fazem festas de crianças.

My Life as a Necrophilian #1

Se eu não fala-se no necrófilo estaria a ser falso. Eu adoro esta pequena série que fiz para o Boião. É do mais doente, parvo e cómico que desenhei, e deu-me prazer enojar e chocar as pessoas que viram os desenhos. Escolho o primeiro porque é o mais simples deles todos, mas que continua a fazer-me rir (adoro o olhar do boneco).

Problemas com as gémeas #1

Nunca percebi porque vocês não gostaram deste desenho.

Jesus, o Cristo #16

Este foi o primeiro e o único especial de Natal que fiz, mas que valem totalmente a pena. Para além de ter feito uns quantos desenhos com muita piada, foi das poucas vezes que comecei e acabei um projecto no blog. Consegui estar 25 dias seguidos a desenhar e a escrever novos desenhos. Aliás, eu cheguei a planear tudo com quase um mês de antecedência! E eu sou preguiçoso como o caraças! Foi um feito.

The world's biggest living kage bushin!

E porque raio escolho uma piada sobre Naruto com uma imagem de chineses? Porque eu e o Diogo fizemos a piada, fomos para casa e escolhemos a mesma imagem sem termos dito nada um ao outro! Isto é tão mitico que até faz impressão. Tal como as mentes geniais, as de merda também pensam da mesma forma.

AquaParque - Anúncio

É engraçado como "isto não é o Super Mario Bros" é capaz de ser das coisas mais violentas que coloquei num desenho. Mais um desenho que ainda me faz rir e que demonstra o quanto eu não mereço respirar (mas vocês gostam, admitam).

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segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Os meus posts favoritos do Boião #1

Tal como tinha dito, a reta final do Boião vai ser extremamente egocêntrica. Nesta primeira fase, vou olhar para alguns posts que ainda hoje me fazem rir ou que considero importantes para a história do blog. É mais do que óbvio que a maioria dos posts são meus, principalmente porque eu sou awesome...e porque os outros três mal escreveram.
Mas foi doloroso e horrivel rever tudo o que escrevemos. Eramos tão, mas tão maus. Quando olho para trás, percebo porque nunca fomos um blog regularmente visitado. Aquilo que produziamos não era suficientemente bom, ficámos presos em más piadas (principalmente da minha parte), más experiências, muitas letras de músicas e textos enorme que nunca ninguém lia. A nossa história é má, e mesmo sabendo que eu evolui (e bem), noto finalmente que tivemos aquilo que mereciamos. Mas hey, isto é história.
Gosto muito deste texto porque foi o primeiro que escrevi com pés e cabeça para o blog. Foi um dos mais falados e comentados no inicio do Boião de Cultura, e ainda hoje é minimamente engraçado. Este foi o começo dos começos para mim.
Sabem qual é a parte boa de sermos miudos? Tudo é tão fácil. Fazer filmes sem dinheiro? Fácil. Escrever histórias coerentes e divertidas? Fácil. Depois crescemos, estudamos cinema e percebemos que nada é fácil, principalmente quando estamos num pais que mal apoia a sua arte. Mas aqueles tempos eram divertidos. Consegui motivar uma turma inteira para filmar curtas estúpidas e pensarem que tinham uma produtora. Bons tempos.
Yup, era isso que eramos. Inseparáveis, extremamente criativos (para a altura) e muito amigos. Adorava quando o David (a.k.a. Kid_d) escrevia estas histórias malucas onde nós eramos os personagens principais.
Mais outra história maluca do David, desta vez sobre a minha tirania dentro do blog.
Tal como a história da nossa produtora infantil, acho que também tenho de mencionar a nossa primeira banda imaginária: os Xico Mendes e Xicometes. Ainda chegámos a fazer um álbum e meio, e há uns dois ou três anos tentei juntar tudo num best-of (a ideia depois passou-me). Tenho de, pelo menos, mencionar isto uma vez. São as biografias dos membros da banda.
Tenho de deixar, pelo menos, um texto do mitico Doutor Galochas. Nada melhor que a sua história.
E para acabar esta primeira parte da retrospectiva, aqui fica uma das partes do épico que eu e o Diogo andamos a escrever há anos. Ainda não está acabada, muito provavelmente não ficará, mas faz parte da história do azulinho. É capaz de ser a coisa mais estúpida e sem nexo que alguma vez escrevi.

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quinta-feira, janeiro 20, 2011

950

E já só faltam 50 posts para o Boião acabar. Não sei se o fim chegará ainda em Fevereiro, mas sei que vou continuar a caminhar para lá. Contudo, vou mudar um bocado as coisas. É mais do que certo que poucos são aqueles que ainda visitam este espaço cibernético e que, por mais que me esforce a tentar que novas pessoas o vejam, sei que não tenho muito jeito para "marketing" (ou o material não é suficientemente bom). Vou passar as coisas para um nivel pessoal e fechar o Boião com reflexões sobre as pequenas coisas que me complementam. Desde os filmes, albuns, músicas, jogos, pequenas coisas, talvez histórias da vida, vou mudar as coisas não porque acho que vão atrair mais pessoal, mas sim porque percebi que já é tarde. Mais vale ir como quero.
Não sei como vai ser a produção de desenhos, ultimamente não tenho estado para ai virado (nota-se pelos últimos que fiz). Sei que tenho muita coisa para filmar, só não sei se ainda será no tempo de vida do blog. Se for, coloco aqui, sem dúvidas. Até lá, vou-me focar nas criticas de filmes ou música que descubra, e vou olhar para os meus favoritos e pela primeira vez apresentá-los. Vai ser uma espécie de "olá, eu sou este gajo", mas desnecessário para as vossas vidas.
Para aqueles que continuam a seguir isto, e por alguma razão acham que tenho piada (vai-se lá saber onde foram buscar essa ideia), espero que não levem a mal esta introspecção. Claro que quero colocar videos e afins, mas não se esqueçam que agora o tempo é limitado. Faltam apenas 50 e nem pensar que vou passar dos 1000 (só se for para anunciar o meu novo blog ou site quando ele for feito).

Bem, bitches. Um abraço.

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segunda-feira, janeiro 10, 2011

STORY

Estou finalmente a ler o "Story", do Robert Mckee, uma espécie de Biblia para qualquer argumentista/guionista. Sei que estou a ler isto uns quantos anos atrasados, mas sabendo como sou, é uma melhoria (podia não ler, certo?). Há medida que leio o que este grande senhor escreveu, apercebo-me que adoro escrever. Posso ser o guionista mais preguiçoso de sempre, mas sei que gosto de criar mundos, contar uma excelente história e entreter as pessoas. Ler o "Story" é apreciar o que se faz, sabermos o quanto é complicado construir uma boa história (Mckee compara a escrita de um guião a uma composição musical e eu concordo) e o quanto sabe bem quando o conseguimos. É interessante estar a ler um livro teórico, feito para explicar e expôr os elementos que devemos ter em mente quando queremos construir um guião, e sentir que não páro de sorrir. Esta é a minha vida, por mais trabalhos estúpidos que tenha e por mais anos que demore a conseguir ser alguém na televisão ou no cinema, sei que este é o meu mundo. Sabermos que fazemos ou que estamos onde deviamos estar sabe tão, mas tão bem.
Por outro lado, e como a versão que me ofereceram (props para o Mc Nuno, dos SchizdaC) é a inglesa, a primeira coisa em que pensei quando li "Homer" não foi em Homero, mas sim no Simpson. Acho que isto diz muito sobre mim...

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segunda-feira, dezembro 20, 2010

Woodland Critter Christmas

Eu adoro "South Park". Por mais que digam que é uma série parva, estúpida, violenta, nojenta, bruta, infantil e obscena, eu digo: vejam entre as linhas. Para mim, mesmo que esta última season não tenha sido tão boa quanto as outras, é das melhores séries de animação algumas vez produzidas, rivalizando com os próprios "The Simpsons" (principalmente agora). É mais inteligente, corajosa, critica que qualquer outra série dentro do género. E FUCK FAMILY GUY.
De todos os especiais de Natal que o Trey e o Matt fizeram, este é possivelmente o meu favorito. É tão...interessante. É tão "South Park" que até doi e perfeito para verem com a vossa familia nesta época festiva. Imaginem os vossos avós e tios a verem isto com vocês, uns a rir e outros a chorar. No final do dia, a única coisa em que pensarão é que estão unidos e que foi um Natal em pêras. Acreditem.

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sábado, dezembro 11, 2010

George Carlin on Religion and God



Se concordo com ele que nós é que somos o problema e que deviamos estar mais preocupados em salvarmo-nos do que a salvar o planeta, ainda concordo mais com a sua visão sobre a religião. Nunca fui religioso e, para minha sorte, ninguém da minha familia é. Aliás, todos acham aquilo aborrecido. A minha mãe nem me quis baptizar quando era pequeno para puder escolher, por mim mesmo, a religião que quereria seguir. E ainda bem, porque se há coisa que detesto é a religião. É mais do que óbvio que nunca me baptizei.
Não sei se nós humanos estamos no centro de tudo, não me sinto assim tão iluminado como muitos, mas sei que a religião tem demasiadas falhas. Carlin fala da maioria delas e eu concordo. Este é mais um video que têm de ver, passar um bom bocado, rir perdidamente e depois pensar. "O raio do velho até tem alguma razão", foi o que me ocorreu.

E sabem que mais? Viva o Joe Pesci!

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George Carlin: Earth Day



Tenho pena de só estar a descobrir este génio da comédia dois anos após a sua morte. Bem que me avisaram que era dos melhores comediantes de sempre, mas eu às vezes sou parvo e não ligo ao que me dizem. E para ser sincero, pondo de lado a comédia, sinto que acredito no que ele diz. Não que tenha qualquer coisa contra o nosso planeta, mas concordo que existem outros problemas que necessitam ser resolvidos para que possamos pensar sequer em salvar algo que existe há biliões de anos. E eu sei que ele não é um cientista, mas porra, também a maior parte deles não o são.

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terça-feira, novembro 30, 2010

Sabemos que está frio quando...

...bebemos água da torneira e temos um "brain freeze".

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segunda-feira, novembro 29, 2010

"I am serious and don't call me Shirley"

Faleceu o actor Leslie Nielsen, famoso por filmes como "Airplane" e a trilogia "Naked Gun". Aliás, ele fez tantos bons filmes de comédia que é quase impossivel mencioná-los todos. Foi um actor que me marcou a infância, era alguém que me fazia ver comédia e um mestre adormecido. Não posso falar muito da sua carreira dramática, mas do que vi do filme "The Forbidden Planet" era igualmente boa (ele começou no drama).
Foram muitos e bons anos a ver este senhor fazer o que sabia fazer melhor. Só tenho pena que a sua carreira tenha acabado com filmes tão maus. Ele merecia mais, mas por outro lado, todos nós sabemos que ele já tinha feito o suficiente.
Abraço, Leslie.

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sexta-feira, novembro 26, 2010

900

E já cheguei aos 900 posts. Como as coisas têm andado, o Boião poderá estar a dois ou três meses do seu final. Tenho de aproveitar bem estes últimos 100 posts para fazer qualquer coisa mesmo boa, aproveitar o espaço ao máximo e deixar algo que fique na memória das pessoas. Ou então continuo com a minha estupidez.
Sim, vou continuar com a minha estupidez.

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quinta-feira, novembro 25, 2010

Bem, acabo de desenhar os próximos dois episódios do "Não chores, Robot". Se bem se lembram, fiz os primeios três no inicio do ano, mas só há pouco tempo tive coragem de os colocar no blog. Não são perfeitos, mas depois de algumas pessoas (duas) terem gostado do que fiz, achei que deveria experimentar e desenhar outra vez (mais valem duas pessoas que nenhuma).
O que eu aprendi com este meu regresso é que tenho ideias muito diferentes das que tinha quando inventei isto. Um deles tem um pouco do humor desconfortável que queria para os primeiros, mas o segundo que desenhei hoje é...extremamente dramático. Nem sequer é cómico por ser tão triste ou dramático por ser tão mal desenhado (como alguém pode estar a pensar), é simplesmente dramático. Não sei o que me deu para fazer algo assim para uma série supostamente cómica, mas adoro-o. Aliás, é agora o meu favorito e ainda nem sequer fiz o video. É algo diferente que quis experimentar e que muito sinceramente não sei se vai resultar, mas que no fundo gosto e me deu prazer a fazer.
E acho que é isto, só um pequeno update sobre o "Não choes, Robot". Ouvi dizer que ontem houve uma greve e o caraças, imensas pessoas aderiram e o país supostamente parou. Hum...bah, que se lixe a politica. Já me chegam as noticias, quando mais trazer isso para o Boião de Cultura (get it?).
P.S. - Agora que voltei ao "Não chores, Robot", parece-me que não vou começar a outra série que tinha planeado tão depressa. "Gein, o Conquistador" fica parado até acabar isto.

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quarta-feira, novembro 17, 2010

Eu adoro o filme, mas...

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domingo, novembro 14, 2010

Às vezes...

...temos ideias parvas e só descansamos quando as fazemos. Sejam elas boas ou más, não nos interessa. Não descansei enquanto não fiz esta parvoice e agora aqui está ela. Fuck it, pareceu ser uma boa ideia!

E sim, eu fiz isto no Paint.

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