Aqui está a abertura que eu fiz para o regresso da rubrica "Uma só Vida". Mesmo sabendo que ninguém se deve lembrar, vou dar mais atenção a este claro exemplo do quanto tempo livre eu realmente tenho. Basicamente, é uma rubrica sobre jogos onde eu jogo qualquer coisa até perder uma vida. Será isto para demonstrar o quanto sou bom jogador? Não, até porque não sou assim tão bom, mas mais porque eu acho que é uma ideia divertida e assim o blog fica com um toque mais interactivo da minha parte (tem a minha voz e tudo). A abertura está longe de ser perfeita, mas já serve para aquilo que é. Se tudo correr bem, ainda esta semana coloco o segundo episódio do "Uma só vida".
Em principio, esta poderá ser uma nova rubrica para o Boião de Cultura. Basicamente, sou eu a jogar vários jogos até perder. A única regra é que, assim que eu perco a primeira vida, acabou-se. Mesmo que sejam apenas 10 segundos de jogo, não há mais que uma vida. É uma experiência mais pela frustração de jogar do que propriamente pela técnica em si, visto que irei apostar muito mais em jogos que nunca joguei do que aqueles que eu já conheço de trás para a frente. Neste "episódio piloto", tentei ainda falar a meio do jogo, mas devido às circunstâncias (estava no trabalho...), não pude fazer grande coisa. Basicamente, é reportar as minhas reacções à medida que vou jogando mais jogos e demonstrar como às vezes é simplesmente doloroso perder num videojogo. Para a próxima já espero ter a voz mais presente (e com as coisas bem feitas). Se quiserem aconselhar algum jogo, estejam à vontade. Tenham em conta que o meu limite é a geração das 32 bits e 64 bits (nomeadamente, a PSX, a Saturn e a Nintendo 64). Vou-me focar mais nos jogos retro. Por isso, digam de vossa justiça.