Esta não é a última vez que falo do Dead Space 2, estão avisados
E enquanto a última vez não chega, fiquem com o último trailer do jogo que sai já na próxima semana. Eu estou tão desejoso de jogar isto que reservei um jogo pela primeira vez (e porque fiquei com dinheiro do Natal...e porque ainda não tinha oferecido nada a mim mesmo...). Acção+demência+monstros+Smashing Pumpkins = awesome trailer.
Não gostavam de saber o que ia na cabeça de Gordon Freeman enquanto tentava fugir de Black Mesa no "Half Life", principalmente porque está calado durante todo o jogo? Esta web-serie responde a essa pergunta de uma forma cómica e muito bem feita. Não estava á espera de gostar tanto quanto gosto, mas visto que adoro o 1º "Half Life" (e continuo a tentar chegar ao fim do 2º), isto é uma delicia.
Há muito tempo que não gostava tanto de um "sandbox", mas InFamous conseguiu. Os super poderes, o mapa e até a história, são muito bons. Espero que a sequela quebre alguma da repetição que este jogo sofre nas side-quests.
9 - Batman: Arkham Asylum
É o primeiro jogo de super-herois que eu gosto, aliás, que adoro. Batman é, a seguir ao Spider Man, o meu heroi favorito, e vê-lo num jogo realmente bom é do caraças.
8 - God of War III
Este jogo está tão baixo na lista por começar demasiado bem e não conseguir manter o ritmo. O inicio deste jogo é das coisas mais épicas nos videojogos e o jogo nunca chega a ser tão bom. Contudo, continua a ser God of War, o que faz deste jogo espectacular à partida. Pena o final ser uma treta, senão estava no top 5.
7 - Bayonetta
Por mais que me custe dizê-lo, Bayonetta tem a melhor jogabilidade dentro do género. Melhor que Devil May Cry, melhor que God of War e melhor que Ninja Gaiden. É um jogo over the top, extremamente divertido e viciante que nos agarra por horas. Isso e a protagonista passa metade do jogo quase nua. Ya.
6 - Final Fantasy XIII
Não é tão mau quanto as pessoas dizem que é, mesmo não sendo tão bom quanto os outros, não deixa de ser um bom j-rpg. A linearidade nunca me afectou, gosto das personagens e do tema da história (a forma como é contada é que podia ser melhor, e algumas personagens são irritantes, mas nada que me fizesse desligar a consola) e foi dos poucos FFs que me deu vontade de acabar todas as side-missions. É bom.
5 - NIER
Surpresa do ano. É o jogo mais dramático e comovente que joguei desde, sei lá, o ICO. A forma como a história é contada e nos obriga a tomar decisões que não queremos para nos demonstrar o quanto estavamos errados, é soberba. Primeiro, dá-nos a visão do heroi que mata os monstros sem pensar duas vezes, pensa que está a proteger aqueles que ama e que aqueles são os vilões. Contudo, numa segunda vez, dá-nos o lado dos monstros e mostra-nos os seus problemas, emoções e realidade. Posso parecer um maricas, mas isto quase me fez chorar e pela primeira vez parei uns segundos antes de matar um monstro, simplesmente não o queria fazer. Um desses monstros é uma pequena criatura que perde a mãe, morta por humanos. Sem guardar qualquer rancor, a criatura fica fechada numa fábrica abandonada até fazer amizade com um robot que perdeu o seu mestre há anos atrás (isto passa-se 3000 anos no futuro). Os dois fazem amizade e querem ver o mundo pelos seus próprios olhos. Contudo, um humano culpa-os de terem morto o seu irmão e pede-nos para acabar com as suas vidas. O heroi não sabe o que realmente aconteceu, apenas vê monstros, mas nós sabemos. E isto chama-se tensão e relacionamento do jogador com as personagens.
4 - Dead Space
Acho que falei demasiado dele na minha critica. É do caraças e estou desejoso de jogar a sequela.
3 - Uncharted: Drake's Fortune
Só para que saibam, também joguei a sequela, mas este, não me perguntem porquê, é melhor para mim. O 2º é um excelente jogo, cheio de acção e muito mais variado que este, mas gostei mais de jogar o 1º. E não consigo explicar porquê, até porque me contradigo sempre que falo no 2º (parece que gosto mais dele), e se calhar até gosto. Sei que é melhor que o primeiro, mas o factor novidade talvez tenha dado vantagem ao Drake's Fortune. Que se lixe, se têm uma PS3, joguem os dois. Clássicos.
2 - Fallout 3
E de todos os jogos viciantes, este dá-lhes uma tareia e envergonha-os. Futuro pós-apocaliptico, rpg, fps, do melhor. Mesmo sabendo que o "New Vegas" é mais do mesmo, estou desejoso de jogar (até porque mais do mesmo só pode ser muito bom). Pena a hsitória principal é meeeeeh, mas as secundárias ajudam.
1 - Portal
Oh sim, o Portal, um dos melhores videojogos de sempre.
Pessoal, o Natal é já para a semana! Festejem com um pouco de "Dead Space 2" para abrir o apetite.
(no primeiro "Dead Space" os necromorphs costumavam sair das condutas para nos matar, é essa piada. Mas eu acho muito mais engraçado estarem a gozar com o próprio jogo).
Gosto muito da série "Devil May Cry", mas não sou fã. Gostei os jogos anteriores, mas apenas adorei 2 deles (o 2º é mau e o 4º é mediano), e acho que é por isso que estou tão curioso para ver como vai ser este. Ao contrário de muitos fãs, eu gosto deste trailer, do seu estilo e da sua direcção. Não me interessa que mudem o design de um personagem que eu até gosto para tentarem fazer algo novo e, quem sabe, melhor. Só espero que o combate seja bom e que este seja o primeiro jogo da série a ter uma boa história (a Ninja Theory parece saber contar uma boa história ou pelo menos preocupar-se em contar uma). É uma enorme mudança em relação aos outros 4, mas eu acho que vai ser bom. Aliás, eu adoro este trailer e começo a notar em certos pormenores que me vão deixando ainda mais curioso (notem no cabelo, podem ver que a parte detrás está a ficar branca, tal como o cabelo do Dante original). E eu sei que o design do personagem é um bocado...emo...mas eu começo sinceramente a gostar do que eu vejo. Aquilo que o vai definir é a sua personalidade e desde que ele não seja um maricas com problemas emocionais, temos jogo.
Tal como tinha dito na critica de "Shattered Memories", Akira Yamaoka nunca fez uma banda sonora má. E mesmo sendo a do último Silent Hill não tão forte como as dos anteriores, continua a ter momentos soberbos. "Always On My Mind", música principal do jogo, prova exactamente isso. O refrão arrepia-me sempre que o oiço e acho que em termos de ambiente e letra, insere-se perfeitamente na história do jogo (principalmente depois de sabermos o que realmente se passa no jogo). Ah, e isto é uma cover de uma música do Elvis. Quem diria, não é? O meu amor pela série tem estado novamente em alta e acho que o blog tem sofrido com isso. Por isso, acho que só há uma coisa a fazer: TOP 10 das melhores músicas da série. Sim, eu vou fazer isso. Não me perguntem porquê, mas sempre o quis fazer. Acho que as sete bandas sonoras têm músicas demasiado boas para não serem conhecidas. A ver se faço a lista e começo para a semana. Até lá, oiçam já esta.
E como hoje estou numa de Silent Hill, fiquem com os intros e trailers para todos os jogos da série. Serve também para compreenderem um pouco do ambiente, confusão e demência que vai nos jogos. Claro que o trailer do Silent Hill 2 é espectacular, mas mesmo assim, o meu favorito é o do 4 e é algo que só visto. Nenhum dos trailers ou intro que vou mostrar são maus, mas a do 4 é simplesmente esquisita. Só não falo do Shattered Memories por razões claras (acho que o enorme texto que escrevi já chega).
Se Silent Hill não é a minha série de videojogos favoritos, anda lá perto. Como já o disse inúmeras vezes, Silent Hill 2 é o meu videojogo favorito, conseguindo ter uma história fenomenal, um ambiente assustador e perturbador, uma banda sonora fantástica e uma jogabilidade bem concebida. Contudo, desde que a série saiu das mãos da Team Silent, criadores da saga, e deixou o oriente para se aventurar em mãos ocidentais, nunca mais tem sido a mesma. Depois de jogar Silent Hill Origins e ver as criticas para Homecoming, temi que fosse o fim da série. Mesmo não estando totalmente descansado com o futuro da série, apercebi-me que devo alargar mais os meus conhecimentos da série e deixar os vários estúdios experimentarem. Homecoming é um bom jogo e um dos melhores em termos de ambiente, e Shattered Memories tem uma excelente história, mas jogabilidade e ambiente desinteressantes. A série, o universo, têm muito para dar e começa a ser interessante ver como nenhum estúdio vê a cidade de Silent Hill da mesma forma. Shattered Memories é uma espécie de remake do primeiro Silent Hill. Continuamos a ser Harry Mason, numa das piores noites possiveis, enquanto tenta encontrar a sua filha desaparecida pelas ruas desérticas de Silent Hill. A história deste jogo é boa, tão simples quanto isto. Apesar de ser um remake, pegam apenas na premissa inicial e criam algo novo. Temos os mesmos personagens e os mesmos nomes, mas tudo está diferente. A história tem um lado muito mais psicológico e intimista que a história original. Todo o culto de Silent Hill ficou de fora (rituais satânicos, infernos, nascimentos de deuses pagãos, coisas normais e tal) e criaram uma versão que até sou capaz de dizer que é melhor que a original. Eu gosto de Shattered Memories. Gosto da história, dos diálogos, das cenas com o psicólogo onde fazemos pequenos testes psicológicos que afectam o resto do jogo (não a nivel da história, mas a nivel de fatos e cenários...basicamente, se somos tarados, vai andar quase tudo nú, sendo essa a forma que vemos as coisas), mas o jogo tem uma enorme falha a nivel da jogabilidade e do ambiente. Este jogo não é assustador e isto é a pior coisa que podia dizer. Mesmo a série não sendo a mais assustadora de sempre, Silent Hill foi sempre perturbador, totalmente louco, bizarro e desconfortável. Não era um medo que nos fazia saltar, mas era um medo que estava sempre connosco, não haviam pausas, tudo era nosso inimigo e a qualquer momento as paredes podiam-se encher de sangue (isto acontece em Silent Hill 3) ou ficarmos a descer as mesmas escadas durante 10 minutos enquanto nos sentimos a aproximar cada vez mais do próprio inferno (Silent Hill 2). Contudo, Silent Hill Shattered Memories não tem momentos como estes (sem ser o seu final inesperado), nada é memorável. Primeiro, não deviam ter substituido o nevão e cinzas por gelo. Silent Hill está a sofrer o maior nevão na história da cidade e a maior parte das ruas está subterrada. Para além disso, os monstros só aparecem quando fica tudo congelado. O que isto tem de mal? Bem, eu não acho o gelo muito assustador, os monstros não são muito assustadores e nós sabemos sempre quando eles vêm! Não está nada congelado? Então não há monstros, tão simples quanto isto. Isto quebra totalmente a tensão que existia na série. É algo que me entristece, porque sempre que jogo um Silent Hill, estou à espera de ser impressionado com qualquer coisa. Neste aspecto, Homecoming, mesmo não inovando muito, cria um dos melhores retratos de Silent Hill (mas isso fica para outra critica). A jogabilidade não é má, mas também não é nada de especial. Nesse aspecto, nenhum dos SH é, mas neste achei que faltava qualquer coisa. Visto que este foi um jogo pensado para a Wii e eu joguei a versão PS2, talvez isso queira dizer muito, mas mesmo assim, acho que podiam ter feito melhor. Criam a possibilidade de podermos apontar a lanterna para qualquer sitio, mas não nos dão boas situações para o fazer. Gosto, isso sim, do telemóvel que Harry usa. Gosto que possamos ver coisas com a câmara do telemóvel e que possamos receber mensagens/chamadas de pessoas de Silent Hill. Acho que dá um toque diferente à cidade, não como estando totalmente abandonada e sem rasto dos seus habitantes, mas como algo parado no tempo, preso por qualquer coisa. Também não existem combates neste jogo. Sempre que os monstros aparecem, o jogo muda para uma jogabilidade de fuga, onde temos de fugir dos inúmeros monstros que nos perseguem e escapar do sitio onde estamos. Eu gostei destas secções, o combate não me fez assim tanta falta no ambiente geral do jogo, mas acho que mesmo assim, senti que deviam ter mais tensão, mais perigo e mais emoção. Acabamos por nos perder ou andar às voltas pelos sitios, e em vez de isso criar tensão ou medo, cria irritação. Mas no fundo, gostei e acho que foi bem pensado. A música é mais uma vez composta por Akira Yamaoka e apesar de ter os seus momentos, é uma banda sonora mais cansada e não tão memorável. O trabalho de Yamaoka na série nunca foi mau e nunca se aproximou de tal. Basta ouvirmos algumas das suas obras para termos consciencia disso. Acho que o problema aqui foi mais uma questão de importância. A música não está num plano tão importante, é mais ambiente e de enchimento que as outras. O ambiente eerie continua, mas não o achei tão forte como nos outros. Este foi o último trabalho de Yamaoka para a série e mesmo que a noticia me tenha deixado muito triste, senti que talvez tenha sido o melhor. Ele fez as bandas sonoras para todos os jogos da série e todas elas são muito boas, mas sinto que ele próprio ficou cansado. Prefiro que ele leve o seu talento para algo novo e refrescante, podendo experimentar à vontade e criar excelentes músicas. Silent Hill, como série, precisa de sangue novo, de uma mudança, e talvez Shattered Memories, que já consegue mudar tanta coisa, precisasse disso também a nivel sonoro. Mas no fundo, Yamaoka consegue mais uma vez uma boa banda sonora. Silent Hill: Shattered Memories é um bom jogo. Eu sei que digo um bocado mal dele, mas no fundo é um bom jogo e uma boa entrada para a série. Há já muito tempo que um Silent Hill não tinha uma história tão bem construida e aproveitada (não acredito que Homecoming venha a ultrapassar isto), e é isso que me deixa irritado. Este podia ser o melhor Silent Hill desde o segundo se não fosse pelas suas más escolhas em termos de jogabilidade e ambiente. O gelo, apesar de ter um significado importante para a história, não é algo que assuste ou fascine. É algo diferente, mas não tão bem concebido. Talvez tenham sido problemas de budget, mas sinto que este jogo poderia ter sido muito mais. Se tivesse o ambiente e jogabilidade de Homecoming, este seria um jogo muito superior. E digo isto já sendo ele um bom jogo, tendo todos esses elementos, seria algo espectacular, ficando ao nivel dos quatro jogos originais (e isso para mim, é dizer mesmo muito). Este é jogo que põe a história à frente da jogabilidade e acho isso admirável. Se têm uma Playstation 2 ou uma PSP ou uma Wii, e gostam de jogos ou histórias de terror, dêem uma oportunidade a Shattered Memories. Aliás, joguem a série toda se nunca o fizeram.
Se me perguntarem qual é o jogo mais esquisito que joguei, o mais provável é que vos falar num jogo para PSP com dois gajos musculados em cima um do outro a dispararem lasers da boca. Mas se me perguntarem qual é o jogo mais esquisito que joguei e que seja espectacular, bem, ai tenho de falar em Katamari. A sério, joguem. Somos um principe minúsculo a enrolar tudo e mais alguma coisa com uma bola mágica chamada Katamari e isto tudo em nome do Rei de Todo o Cosmos (que provavelmente fez porcaria, sendo um dos personagens mais peculiares e porreiros dos videojogos). Isto tem tão de genial como tem de estúpido, mas é acima de tudo viciante. Quando joguei "Katamari Damacy" (o primeiro), andei uma semana a imaginar como enrolava os meus colegas na escola. Já joguei todos os jogos da série, sendo o último que joguei o "Katamari Forever" para a PS3. Todos eles são viciantes, fantásticos, óptimos para jogar com amigos e têm todos uma estranha, mas boa banda sonora. O que vos trago é uma das música do "Katamari Forever", chamada de "The Moon and the Prince" e é do caraças. E sabem quando têm uma música boa para o Katamari? Quando o vosso refrão é "Everybody move your body, Katamari is a party!". Isto é simplesmente boa disposição colocada numa seringa chamada Katamari (ou uma bola, tanto faz). Curtam música, o jogo é obviamente fantástico. Desafio-vos a jogar pelo um da série.
Uau, agora é que vi que fiquei uma semana inteira sem escrever para o Boião. Acho que isso nota-se quando hoje estou a tentar compensar colocando tudo e mais alguma coisa. Desta vez, venho-vos falar de dois jogos que ando a jogar: Silent Hill Homecoming e Final Fantasy XIII. Apesar de não serem os únicos que ando a jogar, estes dois jogos representam duas séries que eu adoro e respeito. Silent Hill 2 é o meu jogo favorito de sempre e Final Fantasy VII não fica muito atrás, por isso, são séries que seguirei sempre com entusiasmo. Contudo, estes dois jogos são agora conhecidos por serem totalmente diferentes do resto. São basicamente experiências com a formula e são "hit and miss" perante os fãs das duas séries. Eu, no entanto, estou a gostar. Quando Silent Hill Homecoming saiu, eu, como qualquer outro fã da série, ficou desiludido pela série ter passado para os E.U.A., deixando para trás a equipa japonesa que tinha feito 4 excelentes jogos (sim, eu gosto do 4). Eu acho que fiz bem em distanciar-me desses tempos e só agora estar a jogar, porque eu estou a gostar do jogo. Claro que não é tão bom quanto os primeiros, e sou sincero quando digo que nenhuma das sequelas que possam estar para vir alguma vez tocarão no patamar que os outros delimitaram, mas é bom por aquilo que é. Ainda estou muito no inicio, mas se há coisa que esta equipa conseguiu captar foi o ambiente. É tão bom voltar a jogar um Silent Hill e sentirmos aquele arrepio nas costas à medida que vamos descendo cada vez num Inferno de metal e sangue. A jogabilidade é boa e estou um bocado de pé atrás com a história. Não que seja má, por enquanto está-me a entreter, mas estou à espera que me surpreenda. Em relação a Final Fantasy XIII, só quero que o pessoal se lixe. Eu estou a adorar este jogo. Sim, eu compreendo todas as criticas e todos os defeitos que o jogo tem, mas é tão divertido! Eu já estou bastante avançado no jogo e nunca tive um momento de aborrecimento. O sistema de combate é do caraças, os cenários são lindos, os personagens são interessantes (tal como a história, mas ainda falta descobrir algumas coisas) e tem sido uma boa experiência. Aquilo que eu gosto na série Final Fantasy é que experimentam em cada novo jogo. Este é um bom jogo, não quero saber que digam que não é um bom "Final Fantasy" (como dizem alguns fãs), porque para mim, aquilo que interessa é que seja bom (o mais interessante, é que esta minha visão poderá mudar conforme a série que estou a falar...no caso de Silent Hill, isso não basta). Bem, mais um post geek. Quando acabar os jogos, farei uma critica mais aprofundada para cada um deles. É interessante que há meio ano que tenho uma playstation 3 e já encontrei jogos excelentes que me surpreenderam. Mas, por mais esquisito que isso possa parecer, as séries que adorava na era da playstation ou playstation 2 já me desiludiram (MGS 4...). Vamos a ver como serão estes no final. Fiquem com os trailers.
Ter crescido nos 90s deu-me acesso a grandes clássicos da era dos 16bits. Claro que eu podia estar a falar do quanto foi interessante crescer durante os anos em que bandas como os Polvo, Sebadoh ou os Nirvana apareceram, mas hoje o Boião é para jogos. Bem, como estava a dizer, eu era um grande fã da Sega e posso dizer que durante a década tive basicamente todas as consolas desenvolvidas pela companhia (eu não conto com a porcaria da 32X e a Sega CD). A que mais me marcou foi sem dúvidas a Mega Drive. Foi nela que joguei coisas como Sonic, Alex Kidd, Castlevania: The New Generation ou Rocket Knight Adventures, jogos esses que ainda hoje considero serem dos melhores que alguma vez jogarei na minha vida. No meio de todos os grandes jogos que sairam, havia uma série peculiar. Uma série mais virada para o terror, com cenários assustadores, monstros deformados e produtos de um pesadelo qualquer. Essa série de jogos foi a primeira a deixar-me sinceramente assustado. Meus amigos, alguém conhece Splatterhouse?
Se não conhecem, a única coisa que vos posso dizer é que é uma série de beat'em ups em 2D sobre um rapaz chamado Rick que junta forças com uma máscara demoniaca para puder salvar a sua namorada. Cliché? Sim, até ao seu tutano. Excelente? Claro! O ratio de originalidade e diversão é incrivel neste jogo, porque mesmo sendo algo que já vimos, continua a ser divertido mesmo depois de 10 anos. E o melhor disto tudo é que estão a fazer um remake! Eu não sou a favor dos remakes, mas porra, estou tão contente de ver a série regressar que eu não quero saber (principalmente quando pegam nos elementos dos jogos antigos e conseguem fazer algo diferente).
Eu estou mais do que hyped para este jogo. Não espero que seja o melhor jogo do género ou que tenha uma história incrivel. Eu só quero que o jogo seja divertido e pelo trailer que vos vou mostrar, eu acho que vai ser. Falarei mais do Splatterhouse quando a rubrica "Uma Só Vida" regressar ao Boião (eu sei que ninguém se lembra, por isso, esperem).